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3 histórias incríveis para começar um Modo Carreira no EA FC 27

Leve o Real Zaragoza do terceiro escalão a um novo título europeu, reconstrua a fábrica de talentos do Ajax ou busque a terceira Champions do Nottingham Forest. Três projetos para o EA FC 27 com identidade, regras de contratação, protagonistas e objetivos para construir uma carreira memorável por muitas temporadas.

Criado por ARCLineTreinador: Não definido

Existem centenas de clubes disponíveis para começar um Modo Carreira no EA FC 27. Mas, depois de tantos anos jogando o modo, simplesmente escolher um time, contratar algumas promessas e tentar ganhar a Champions League pode não ser mais suficiente.

O que realmente faz uma carreira durar é ter uma história.

Um motivo para aquela contratação acontecer. Uma filosofia que determine quem pode chegar ao clube. Um jogador que cresce junto com o projeto. E, principalmente, um objetivo que pareça distante quando começamos a primeira temporada.

Por isso, o Arcline Carreiras separou outras três histórias que podem render saves completamente diferentes no EA FC 27.

Vamos sair da terceira divisão espanhola tentando devolver um clube histórico ao futebol europeu, reconstruir no Ajax uma das maiores fábricas de talentos do mundo e, finalmente, tentar colocar uma terceira estrela europeia na história do Nottingham Forest.

Real Zaragoza — do terceiro escalão de volta à Europa

Poucas reconstruções podem oferecer uma evolução tão grande quanto a do Real Zaragoza.

Na temporada 2026/27, o clube disputa a Primera Federación, o terceiro nível do futebol espanhol. Um cenário pesado para uma instituição que já viveu noites completamente diferentes no futebol europeu.

E talvez seja justamente isso que faça dessa carreira uma das mais interessantes do EA FC 27.

Porque o nosso objetivo não será simplesmente conseguir um acesso.

Será reconstruir um clube inteiro.

A premissa

Imagine começar um save olhando para Real Madrid, Barcelona e Atlético de Madrid como adversários praticamente inalcançáveis.

Eles estão em outro universo.

Antes de pensar neles, precisamos sair da terceira divisão.

Depois precisamos chegar à La Liga.

Depois precisamos permanecer nela.

E somente muito tempo depois teremos condições de olhar novamente para os maiores clubes espanhóis.

É uma carreira perfeita para quem gosta daquela sensação de acompanhar um projeto durante seis, sete ou oito temporadas.

Uma reconstrução espanhola

Para tornar o desafio mais interessante, o Zaragoza não poderá simplesmente comprar seu caminho de volta à elite.

Eu colocaria uma identidade muito clara no projeto: jogadores espanhóis jovens terão prioridade absoluta.

A própria estrutura atual do Zaragoza tem enfatizado o desenvolvimento de sua base e a aproximação entre as categorias inferiores e a equipe principal, algo que pode servir perfeitamente como inspiração para as regras do save.

Então, em vez de abrir o scouting mundial procurando apenas jogadores com alto potencial, nossa missão seria vasculhar a Espanha.

Garotos dispensados das bases de gigantes.

Jogadores interessantes da segunda e terceira divisões.

Atletas que pertencem a clubes maiores, mas não recebem oportunidades.

E, obviamente, jogadores revelados dentro do próprio Zaragoza.

A ideia seria simples:

antes de procurar fora da Espanha, precisamos provar que não existe uma solução dentro dela.

Os garotos que levarão o Zaragoza de volta

Eu adicionaria ainda uma regra importante.

Durante as primeiras temporadas, precisamos escolher dois ou três jovens que serão tratados como pilares do projeto.

Não necessariamente os jogadores com maior potencial do elenco.

Eles serão escolhidos pela história.

Talvez seja um garoto da base que estreia na terceira divisão.

Talvez um meia contratado por pouco dinheiro de outro clube espanhol.

Talvez um atacante que ninguém conhecia.

O objetivo será fazer com que pelo menos um desses jogadores esteja conosco quando finalmente chegarmos à La Liga.

Porque existe algo especial em entrar para enfrentar Real Madrid ou Barcelona com um jogador que estava no elenco desde aqueles jogos da terceira divisão.

Primeiro a Segunda. Depois a Espanha.

A evolução dessa carreira precisa ser lenta.

A primeira temporada terá apenas uma missão: conseguir o acesso.

Quando chegarmos à segunda divisão, não existe obrigação de subir imediatamente. Podemos passar uma temporada reorganizando o clube, desenvolvendo jovens e construindo um elenco capaz de competir.

Somente depois começamos a pensar na La Liga.

E quando finalmente chegarmos à elite, sobreviver já será uma conquista.

O top 10 pode vir depois.

Uma vaga na Conference League ou Europa League depois disso.

Até que, alguns anos mais tarde, o Zaragoza finalmente esteja novamente olhando para competições europeias.

O passado que precisamos recuperar

Existe ainda um elemento histórico que deixa essa carreira muito melhor.

Em 1995, o Real Zaragoza conquistou a antiga Recopa Europeia derrotando o Arsenal em uma final eternizada pelo famoso gol de Nayim.

Então o verdadeiro encerramento dessa carreira não deveria ser simplesmente chegar à La Liga.

Nem conquistar uma Copa do Rei.

O save termina quando o Real Zaragoza conquista novamente um título europeu.

Imagine a diferença.

Na primeira temporada estamos enfrentando clubes do terceiro escalão espanhol.

Sete temporadas depois, estamos entrando em campo para uma final de Europa League.

Aí sim podemos dizer que o Zaragoza voltou.


Ajax — reconstruindo a maior fábrica de talentos da Europa

A segunda história não envolve tirar um clube da terceira divisão.

Muito pelo contrário.

Estamos falando de uma das instituições mais importantes da história do futebol europeu.

O Ajax.

Só que a proposta dessa carreira não será simplesmente tornar o Ajax campeão da Holanda novamente.

Essa seria a parte fácil.

O verdadeiro desafio será responder a uma pergunta:

é possível voltar ao topo da Europa sem deixar de ser o Ajax?

A premissa

O Ajax sempre teve algo que poucos clubes conseguiram transformar em parte tão forte da própria identidade: formar jogadores.

A academia do clube continua tratando o desenvolvimento de jovens como uma das bases de sua filosofia. O próprio Ajax descreve sua formação como fundamental para o clube, com as categorias inferiores seguindo princípios de jogo alinhados ao time principal.

Cruyff, Van Basten, Rijkaard, Bergkamp, Kluivert e tantos outros passaram por esse ambiente.

Por isso, nessa carreira, simplesmente contratar dez wonderkids de outros clubes seria quase trapacear contra a própria proposta.

Nós precisamos produzir os nossos.

A regra dos quatro

Eu começaria estabelecendo uma regra:

em até três temporadas, quatro jogadores formados na base precisam fazer parte regularmente do time titular.

Um goleiro?

Um zagueiro?

Um camisa 10?

Um ponta?

Não importa.

O importante é criar uma geração.

E isso muda completamente a maneira como utilizamos a categoria de base.

Quando aquele meia de 16 anos aparece com atributos interessantes, ele deixa de ser apenas mais um jogador com potencial.

Ele pode ser o próximo grande personagem da história.

Você precisa vender seus melhores jogadores

Agora vem a regra que realmente torna essa carreira diferente.

O Ajax não poderá simplesmente acumular craques.

Se um jogador desenvolvido pelo clube virar uma estrela mundial e receber uma proposta gigantesca de um dos principais clubes da Europa, precisaremos considerar seriamente a venda.

Porque esse é o ciclo.

Formar.

Desenvolver.

Vender.

E encontrar o próximo.

Imagine revelar um ponta aos 17 anos.

Aos 18 ele começa a entrar nos jogos.

Aos 19 vira titular.

Aos 21 termina a temporada com 20 gols.

Então aparece uma proposta gigantesca de um Real Madrid, Manchester City ou Bayern.

Você aceita.

Agora começa outro desafio.

Quem será o próximo?

Esse mecanismo impede que a carreira fique fácil depois de três temporadas.

Cada grande venda força uma pequena reconstrução.

A geração de ouro

Existe também uma história que podemos perseguir durante todo o save.

Em algum momento, precisamos encontrar aquilo que todo clube formador sonha em encontrar:

uma geração especial.

Quatro ou cinco jogadores que subam juntos.

Talvez um zagueiro extremamente técnico.

Um meio-campista cerebral.

Um ponta rápido.

Um centroavante que começa desacreditado e vira artilheiro.

Eles não precisam nascer todos na mesma temporada.

Mas precisam crescer juntos dentro do projeto.

Então começamos a acompanhar suas histórias.

Um deles pode sair cedo.

Outro pode virar capitão.

Outro talvez nunca alcance o potencial que imaginávamos.

E justamente por isso a carreira começa a parecer uma história de futebol, e não apenas uma planilha de potenciais.

1995

Existe uma data que inevitavelmente estará presente durante essa carreira.

1995.

Foi naquele ano que um jovem Ajax de Louis van Gaal derrotou o Milan e conquistou a Champions League.

E esse precisa ser o nosso objetivo final.

Não simplesmente ganhar a Champions.

Isso qualquer supertime pode fazer depois de algumas temporadas de contratações milionárias.

Nosso desafio será conquistar a Champions com pelo menos cinco jogadores formados no clube entrando como titulares na final.

Nesse momento, o troféu representará muito mais.

Será a prova de que a fábrica voltou a funcionar.


Nottingham Forest — a busca pela terceira estrela

Das três histórias, talvez essa seja a mais cinematográfica.

Porque existe um detalhe na história do Nottingham Forest que ainda parece inacreditável quando lembramos dele.

O clube foi campeão europeu duas vezes consecutivas.

1979.

1980.

O time de Brian Clough conquistou a Europa duas temporadas seguidas, um feito que transformou para sempre a história do Forest.

Décadas depois, existe uma pergunta perfeita para começar um Modo Carreira:

onde está a terceira?

A premissa

Na temporada 2026/27, o Forest já chega ao quinto ano consecutivo de Premier League desde seu retorno à elite.

Portanto, não estamos falando de uma reconstrução tradicional.

O clube já voltou.

Agora precisa crescer.

Só que existe uma enorme diferença entre permanecer na Premier League e competir com Liverpool, Arsenal, Manchester City, Chelsea e os outros gigantes ingleses.

E é justamente essa distância que precisamos percorrer.

Não podemos construir outro supertime inglês

Eu colocaria uma regra fundamental nessa carreira:

o Nottingham Forest não pode resolver seus problemas simplesmente contratando estrelas.

Nada de chegar à Champions e imediatamente gastar centenas de milhões em cinco jogadores de 87 de overall.

Precisamos construir um elenco com personalidade.

Jogadores britânicos.

Talentos da Championship.

Jovens que não receberam oportunidades nos gigantes.

Atletas que tiveram uma primeira passagem ruim por um grande clube e precisam reconstruir a carreira.

Jogadores vindos de mercados menos óbvios.

Basicamente, procuraremos futebolistas com alguma coisa para provar.

O jogador que estará lá até o final

Essa carreira também precisa de um protagonista.

Durante as duas primeiras temporadas, teremos que escolher um jogador relativamente jovem para carregar a história.

Pode ser alguém que já está no clube.

Pode ser uma contratação.

Pode ser um garoto da base.

Mas depois que ele for escolhido, existe uma regra:

ele não pode ser vendido.

Esse jogador será o nosso elo entre o começo e o final da carreira.

Ele estará lá quando conseguirmos a primeira classificação europeia.

Estará lá quando disputarmos a primeira Champions.

Estará lá quando vencermos pela primeira vez um gigante europeu.

E, se tudo der certo, estará usando a braçadeira quando chegarmos à partida mais importante da história desse save.

Construindo o nosso Forest

Imagine como o elenco pode parecer depois de cinco temporadas.

O centroavante contratado da Championship agora é artilheiro da Premier League.

Um garoto da base virou titular da seleção inglesa.

O meia que fracassou em um gigante recuperou seu futebol em Nottingham.

Um zagueiro que custou pouco virou capitão.

Nenhum deles precisava ser uma superestrela quando chegou.

Eles se transformaram em estrelas aqui.

Esse será o espírito do projeto.

A Premier League não encerra essa história

Naturalmente, conquistar o Campeonato Inglês será um dos grandes objetivos.

Mas nem isso encerra nosso save.

Podemos passar as primeiras temporadas tentando entrar no top 10.

Depois brigar por competições europeias.

Mais tarde chegar ao top 4.

Até finalmente sermos capazes de disputar a Premier League.

Só que existe um troféu muito mais importante esperando.

A Champions League.

A terceira estrela

Imagine chegar à sexta ou sétima temporada.

Nottingham Forest em uma semifinal de Champions.

Do outro lado está Real Madrid.

Ou Bayern.

Ou Barcelona.

Talvez aquele atacante contratado por poucos milhões faça o gol da classificação.

E então chegamos à final.

É nesse momento que toda a carreira passa a fazer sentido.

Os dois títulos europeus conquistados pelo Forest de Brian Clough deixam de ser apenas uma curiosidade histórica.

Eles passam a ser parte da missão.

Porque não estamos tentando conquistar a primeira Champions do Nottingham Forest.

Estamos tentando conquistar a terceira.

E talvez não exista final melhor para essa história do que ver aquele jogador escolhido na primeira temporada levantando o troféu.

Duas Copas dos Campeões pertencem ao passado.

A terceira será nossa.

Três clubes. Três histórias completamente diferentes.

Essa é justamente a graça dessas carreiras.

Com o Real Zaragoza, começamos praticamente do fundo do futebol espanhol e tentamos percorrer todo o caminho de volta até uma noite europeia.

Com o Ajax, o desafio não é apenas ganhar. É ganhar respeitando uma filosofia, formando jogadores e construindo uma nova geração de ouro.

E com o Nottingham Forest, temos talvez o objetivo mais simbólico de todos: reconstruir um clube sem transformá-lo em outro supertime artificial e buscar uma terceira Champions décadas depois das duas primeiras.

São três saves que podem durar muitas temporadas justamente porque existe algo além dos resultados.

Existe uma história acontecendo.

E é isso que pode transformar completamente um Modo Carreira.

Porque depois de algumas temporadas, você provavelmente não vai lembrar se aquele lateral tinha 84 ou 86 de potencial quando foi contratado.

Mas vai lembrar daquele garoto que estreou na terceira divisão e depois disputou uma competição europeia pelo Zaragoza.

Vai lembrar do atacante da base do Ajax que você quase vendeu antes de ele se tornar uma estrela.

E vai lembrar do capitão que estava no Nottingham Forest desde o início e finalmente levantou a terceira Champions.

No EA FC 27, o objetivo não precisa ser apenas ganhar.

O objetivo pode ser construir uma história que valha a pena lembrar.

E você: começaria pelo Real Zaragoza, Ajax ou Nottingham Forest?